9.10.2026

Roberto Carlos (1981)

Roberto Carlos (1981)
LP Vinil CBS 1981
DISCOTECA F

Sentimento Brasileiro (Beth Carvalho, 1981)

Sentimento Brasileiro (1981)
Álbum de Beth Carvalho
LP Vinil RCA ed. Brasil 1981
DISCOTECA F
(tem encarte do álbum)

9.07.2026

Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo (Claudya)

Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo
Álbum ao vivo de Claudya
Edição digital

9.06.2026

Todos estão surdos (Roberto Carlos)

Todos estão surdos (Roberto Carlos)
I Love You 
Debaixo dos Caracois dos Seus Cabelos
Você Não Sabe o que Vai Perder

9.04.2026

Vidas para Contar (2015)


Vidas para Contar (2015)
CD 2016 
Edição Portugal
DISCOTECA P

Meus Momentos (Djavan, 1997)

Meus Momentos 
CD EMI 1997
DISCOTECA

A Voz, o Violão, a Música de Djavan (1976)

A Voz, o Violão, a Música de Djavan (1976)
1° álbum de estúdio de Djavan
LP Vinil Som Livre 1976
NT


Gravado no Estúdio Level, no Rio de Janeiro (RJ)
Arranjos do tecladista Edson Frederico
Produção de Aloysio de Oliveira
 Direção de produção de Guto Graça Mello

 Capa do álbum: foto de Francisco Pereira com arte de Cesar Villela

Edição comemorativa dos 50 anos do álbum 
Versão remixada com versões inéditas

K7 Cassete Som Livre 1976
NT

Edições do álbum com capas diferentes:
CD Buda Records 1987
Edição França
NT

Flor de Lis
CD Dismedi Blau Espanha 1999
DISCOTECA F

CD Som Livre 1992
NT

CD 2011
NT


O Vento (Djavan, 2025)

O vento, 23.10.2025
2º single do álbum Improviso
O vento (Djavan e Ronaldo Bastos, 1987)

Toc-toc (Ed Motta, 2026)

Capa da edição em CD

Toc-toc (2026)
15º álbum de estúdio de Ed Motta
Lanç° 25 de setembro de 2026
Foto da capa de Jorge Bispo

Singles:
Eu quero ser feliz
Toc-toc
O desejo está nu

Capa da edição em Vinil

Faixas do álbum:

Lado A:
A1.Eu quero ser feliz A2.O desejo está nu A3.Toc-toc A4.Glamour Hotel A5.Casa de frente pro mar A6. O grande plano

Lado B:
B1.A Marina acende B2.Beth B3.Não tem contradição B4.Um dia de sol B5.Voltei pra mim

8.29.2026

Renascer - Temas da Novela (1993)

Renascer - Temas da Novela (1993)
Temas interpretados pelo Grupo Vinil
Gravado no Estúdio Namouche
CD Sonovox 1993
Edição Portugal
DISCOTECA

Pedra sobre Pedra (1992)

Pedra sobre Pedra (1992)
Grupo Vou Vivendo
CD Sonovox 1992
Edição Portugal
NT

Pedra sobre Pedra (1992)
Grupo Vou Vivendo
K7 Cassete Sonovox 1992
Edição Portugal
DISCOTECA

O Rei do Gado (1996)

K7 Cassete Disconorte 1996
DISCOTECA

Simonal (Leonardo Domingues, 2018)

Biopic de Simonal
Ver ParisVertigo

Carmen (Ruy Castro, 2005)


Carmen, de Ruy Castro, é um dos melhores livros escritos no Brasil sobre personalidades da música ou do cinema. E Carmen Miranda é um dos brasileiros que mais mereciam um trabalho desta envergadura. Nos anos 30 ela foi a maior cantora brasileira, era muito popular e ao mesmo tempo amada pelos compositores mais exigentes. Ninguém como ela traduzia a brejeirice e a malícia de muitos sambas da época. Era uma enorme intérprete das composições populares mais extrovertidas, mas nunca foi uma cantora de voz extensa. As composições mais líricas não eram o seu forte. Mas as gravações que deixou são um tesouro da cultura brasileira.

Em 1939, com o sucesso retumbante de O que é que a baiana tem?, de Dorival Caymmi, foi convidada pelos americanos a actuar nos Estados Unidos. Nunca mais voltaria a trabalhar com continuidade no Brasil e nunca mais gravou nada de relevante assim que começou a sua carreira americana. Passou a ser então uma genial entertainer no país que levou mais longe este perfil artístico sui generis. Talvez Carmen nunca tenha sido tão impressionante e genial como nos palcos. Na América não foi nem uma grande cantora, nem uma grande atriz, mas durante alguns anos (coincidentes com a segunda guerra) foi um dos artistas mais bem pagos do showbizz.
Para além das gravações de discos no Brasil (anos 30), o outro legado de Carmen que chegou até nós foram os musicais da Fox. Foi uma das rainhas do tecnicolor durante a guerra e a sua presença nos filmes era e é impagável e inacreditável. Lutou muito para não ser reduzida pela máquina de Hollywood a mais uma morena latina (de língua espanhola) histérica e irracional. Propôs e construiu a sua própria máscara, exótica, kitsch e excessiva. Era puro entertainment. Leitura: maio de 2015 Nota: 5/5 BIBLIOTECA 

Antônio Carlos Jobim. Uma Biografia (Sérgio Cabral, 1997)

Antonio Carlos Jobim deve ser o maior nome da música brasileira. Certamente o mais universal, o grande responsável pela internacionalização da cultura brasileira. O samba é o húmus da música brasileira, mas foi a bossa nova (um samba económico) que se infiltrou primeiro no jazz e mais tarde nas músicas de dança dos anos 90. E Jobim está por trás desta revolução que ainda não teve fim. Por isso esta excelente biografia escrita por Sérgio Cabral deve estar entre os primeiros livros a ler sobre música brasileira (outro poderá ser a história da bossa nova por Ruy Castro). Jobim foi um compositor imediatamente consagrado nos EUA mas as viagens ao estrangeiro, que ele fazia apenas pelo trabalho, nunca o afastaram da realidade brasileira, pelo contrário, as suas principais referências, os seus mestres, eram brasileiros (além de uns quantos americanos e franceses) e os artistas contemporâneos que ele mais admirava eram brasileiros, como Chico Buarque. O pai de Jobim era escritor e, apesar de não ter conhecido o pai, a literatura tornou-se foi uma das paixões do compositor. A exigência de letras de grande qualidade, em português e em inglês, foi uma constante do trabalho de Jobim. Um dos seus grandes desafios foi encontrar boas versões em inglês das suas músicas. Embora tivesse sido um renovador da música popular brasileira, a sua música fechou um período muito especial da história da música, através da assimilação da lição dos grandes mestres do passado (Villa-Lobos, Ari Barroso). Jobim surgiu nos EUA como o grande herdeiro dos mestres do american songbook, num momento em que eles desapareceram com o advento do rock. Jobim é exatamente contemporâneo deste estilo revolucionário, mas nada teve a ver com ele, aliás detestava-o. Apesar de ser acusado por alguns de americanizado, Jobim foi sempre um compositor brasileiro nas referências, e a influência estrangeira na sua formação vinha do passado. Sérgio Cabral escreveu uma biografia completa, equilibrada, mas penso que falta aprofundar a vida americana de Jobim. Muitas citações de personalidades que trabalharam ou se cruzaram com Jobim não foram recolhidas por Cabral para o livro, mas já existiam em revistas, discos, depoimentos, e foram aproveitadas por ele. Sabemos por exemplo da rotina de Jobim no Rio, que aliás não muda ao longo dos anos, a não ser o nome dos bares frequentados, mas pouco sabemos da sua rotina americana, para além de permanecer em casa (ou hotel) e ir para os estúdios gravar. Foi uma das coisas que me surpreendeu: Jobim nunca se mudou para os EUA como Carmen Miranda. Só ia lá a trabalho. Jobim é de tal forma gigante que merecia uma biografia monumental, como a de Mahler, em vários volumes. Tal como está escrita por Cabral, está muito bem. Leitura (2016) em Vila do Conde 5/5

Jota Quest & Tim Maia – Dance enquanto é tempo (2026)

Dance enquanto é tempo (2026)
Álbum de Jota Quest
Produzido por PJ
Lan纠27.08.2026

Faixas:

Seroma (Jota Quest, 2026), única inédita do álbum

Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970)

I don’t know what to do with myself (Tim Maia e Hyldon, 1971)

Você (Tim Maia, 1971)

Não quero dinheiro (Só quero amar) (Tim Maia, 1971)

Réu Confesso (Tim Maia, 1973), part. Thiaguinho

Gostava tanto de você (Edson Trindade, 1973)

Imunização racional (Que beleza) (Tim Maia, 1975)

Cultura Nacional (Beto Cajueiro, 1976), o Jota Quest apresenta uma versão em inglês Racional culture

Sossego (Tim Maia, 1978) Funk, part. Tony Tornado e Lincon Tornado

Acende o farol (Tim Maia, 1978)  

Vou Com Gás (Tim Maia, 1979), funk, tributo a Minas Gerais

Estrela do Meu Show (Tim Maia, 1981) versão do clássico R&B You're a the star of my show, da banda Kwick

O descobridor dos sete mares (Michel e Gilson Mendonça, 1983) part. Negra Li

Vale tudo (Tim Maia, 1983)

Comissão de Frente (João Bosco, 1982)

Comissão de Frente (1982)
Direção artística de Mazzola
Arranjos e produção de César Camargo Mariano
LP Vinil Barclay 1982
DISCOTECA P



CD TimeLife 1998
DISCOTECA P
(dentro do LP)

8.22.2026

Meu nome é Ébano (2020)

 

Meu nome é ébano  A vida e a obra de Luiz Melodia (2020)
Autor:  Toninho Vaz
Tordesinhas 2020
NT

Carnaval Carioca Através da Música (Edigar de Alencar, 1965)

MBL 1965 O Carnaval Carioca Através da Música, de Edigar de Alencar (Livraría Freitas Bostos, 1965)
MBL 1965 5ed O Carnaval Carioca Através da Música, de Edigar de Alencar (Livraría Freitas Bostos, 1965)



MBL 1979 O Fabuloso e Harmonioso Pixinguinha, de Edigar de Alencar (Livraria Editora Cátedra, 1979)

MBL 1979 O Fabuloso e Harmonioso Pixinguinha, de Edigar de Alencar (Livraria Editora Cátedra, 1979)

Maravilhas Contemporâneas (Luiz Melodia, 1976)

Maravilhas Contemporâneas (1976) 2º álbum de Luiz Melodia Produzido por Guto Graça Mello LP Vinil Som Livre 1976 NT Maravilhas Contemporânea...