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8.21.2026

Angela Maria (Rodrigo Faour, 2015)

Angela Maria de Rodrigo Faour 2015
NT

7.26.2026

Chico Buarque & Maria Bethânia Ao Vivo (1975)

Chico Buarque & Maria Bethânia Ao Vivo (1975)
CD Universal 2006
Texto de Rodrigo Faour
DISCOTECA

5.01.2026

As Frenéticas (2016)

AS FRENÉTICAS - 40 ANOS DE DANCIN' DAYS
 Warner Box CD 2016, caixa produzida por Rodrigo Faour
NT

Beth Carvalho (Rodrigo Faour, 2025)

Nk
BETH CARVALHO
UMA VIDA PELO SAMBA (2025)
Editora Sonora 440p. 05.2025
NT

4.30.2026

Álibi (Maria Bethânia, 1979)

ÁLIBI (1978)
Álbum de Maria Bethânia
K7 Cassete Philips 1978
DISCOTECA??

 CD Philips
DISCOTECA

ÁLIBI (1978)
LP Vinil Philips Portugal 1978
Com encarte
DISCOTECA P

ÁLIBI (1978)
CD 2006 edição e texto de Rodrigo Faour
DISCOTECA P
(dentro de LP)

4.23.2026

Festa Brasil (Simone, João de Aquino, Hermínio Bello De Carvalho, 1974)

 
FESTA BRASIL (1974)
Simone, João de Aquino, Hermínio Bello De Carvalho
Texto de Rodrigo Faour
CD EMI 2008
DISCOTECA P

4.06.2026

A audácia dos Invertidos (Rodrigo Faour, 2025)

A audácia dos invertidos:
As estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+
no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990)
Autor: Rodrigo Faour
Record 546p, 10.2025
BIBLIOTECA P

2.23.2024

Grandes Vozes - Alaíde Costa (2007)

 
Compilação de Alaíde Costa (2007)
CD Som Livre 2007
DISCOTECA

2.05.2024

ANA LÚCIA

ANA LÚCIA (1959)
CD Warner Music Brasil 2006
Edição de Rodrigo Faour
DISCOTECA


CANTA TRISTE (1964)
Arranjos e Regências de Oscar Castro Neves
CD RGE Classics/Som Livre 2006
DISCOTECA

Ana Lúcia (LP Chantecler 1959, CD 2006 WEA série "As Divas" edição de Rodrigo Faour)

O Encanto e A Voz de Ana Lúcia (Philips 1961, Orquestra dirigida por Carlos Monteiro de Souza),  

HELENA DE LIMA

VALE A PENA OUVIR HELENA (1958)
CD Warner Music Brasil 2006
Edição de Rodrigo Faour
DISCOTECA

DISCOGRAFIA:

1926-2022

Dentro da noite (1956)   

Vale a Pena Ouvir Helena (Continental 1958, arranjos do maestro Rafael Puglielli, CD 2006 WEA série "As Divas" edição de Rodrigo Faour) A Voz e o Sorriso de... (RGE 1961, CD Discobertas 2019) 

Helena de Lima & O Céu que vem de você (RGE 1962, arranjos do maestro Pocho, CD Discobertas 2019)   

Uma Noite no Cangaceiro (RGE 1964, CD RGE Classics/Som Livre 2006)  

Outra Noite no Cangaceiro (RGE 1965, disco ao vivo no bar Cangaceiro de Copacabana, produção de Luis Antonio e Benil Santos, CD Discobertas 2019)

De Helena de Lima Aos Seus Amigos (RGE 1966, produzido por Benil Santos, CD Discobertas 2019)   

Uma noite no Drink (1969)    

Grandes Vozes: Helena de Lima (Som Livre Colecção «Grandes vozes» 2007, compilação produzida por Rodrigo Faour)

Sentimentos (2007, com o violonista Antenor Luz)

CLAUDIA

CLAUDIA (2007)
CD Som Livre 2007 Série Grandes Vozes
DISCOTECA

1.14.2024

Coleção AS DIVAS (2007)

CD Warner Music 2007
   Reedição de álbuns da gravadora Continental
Seleção e textos de Rodrigo Faour

Ana Lúcia (T)
Ângela Maria
Aracy de Almeida
Carmen Costa
Dóris Monteiro
Emilinha Borba
Isaura Garcia
Helena de Lima (T)
Vanusa

Coleção SUPER DIVAS (EMI, 2012)


Coleção SUPER DIVAS (EMI Music) 

13 coletâneas, seleção e textos de Rodrigo Faour

Dalva de Oliveira
Ademilde Fonseca
Angela Maria
Elizeth Cardoso
Maysa
Cláudia
Eliana Pittman
Waleska
Maria Alcina
Carmélia Alves 
Rosana Toledo
Aracy de Almeida (tenho)
Leny Eversong

6.06.2023

Bastidores (Rodrigo Faour, 2001)

1° Bastidores (2001)
Cauby Peixoto: 50 Anos da Voz e do Mito
Record 2001
BIBLIOTECA

Não deve ser fácil biografar Cauby Peixoto. Senhor de uma das maiores vozes da música brasileira, Cauby Peixoto não tem, parece-me, uma discografia à altura dessa fama. O problema foi sempre o repertório que o cantor privilegiou e a forma idiossincrática do seu canto, digamos, pouco disciplinada, que não melhorou com o tempo. Ao longo do livro de Rodrigo Faour, somam-se os elogios dos colegas e repete-se a comparação com Frank Sinatra, que me parece absurda (Sinatra foi muitas vezes perfeito). Faour sai-se muito bem na forma como aborda a vida e a obra de Cauby Peixoto. Contextualiza perfeitamente os períodos desiguais da sua carreira, chamando a atenção para o estatuto do cantor decorrente das mudanças no mercado e no gosto do público. Narra muito bem a relação de Cauby e do seu agente-criador Di Veras, uma personagem quase tão fascinante quanto a do cantor. Os anos em que gravou para a Columbia (anos 50), com as viagens aos EUA e o fanatismo das fãs, é a melhor fase do cantor. As poucas gravações que conheço dessa fase são soberbas; aí sim, justificam-se todos os elogios dos colegas, muitos deles marcados na adolescência pelo cantor de Conceição. A partir dos anos 60 atravessa um deserto de público e de crítica. O seu público mais fiel, essencialmente feminino, nunca o abandonou e ele foi também fiel à versatilidade que demonstrou desde o início da carreira: cantou sempre o que quis e lhe apeteceu, cantou em várias línguas e abusou de um repertório romântico que não raras vezes resvalou para o kitsch. Mas Faour tem razão quando afirma que Cauby conseguiu sobreviver numa época cujas formas de cantar preferidas (bossa nova, rock/pop) voltavam costas ao estilo dos cantores do rádio. Nos anos 60 esse estilo ficou de repente velho e até alvo de troça. Elizete Cardoso foi talvez a única desses cantores que manteve o seu estatuto inalterável (mas ela nunca foi popular como Cauby ou Angela Maria). Subiu o morro (cantou magnificamente samba) e ao mesmo tempo cantou sempre a nata dos clássicos brasileiros. Cauby mudou demasiado de gravadora, cantava em qualquer lugar e descuidou o repertório. No início dos anos 80 viveu um renascimento artístico promovido pela indústria musical e confirmado pelos seus colegas artistas. Um livro excelente. Leitura no verão de 2016: 4/5

Samba Soul 70! (2001)

Samba Soul 70! (2001) Compilação VA da Ziriguiboom CD Promo Cardboard Ziriguiboom 2001 DISCOTECA F Diferentes contracapas