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10.31.2025

Araújo Porto-Alegre: singular & plural (IMS, 2014)

Uma das quatro exposições apresentadas pelo IMS nestes dias é dedicada a Araújo Porto-Alegre, um dos pais da caricatura brasileira e um grande produtor iconográfico do oitocentismo brasileiro. Enfim, um nome fundamental da arte e da intelectualidade brasileira no século XIX.
Araújo Porto-Alegre: singular & plural
Rio de Janeiro, Brasil
IMS Rio, fevereiro (?) de 2014

4.27.2025

Luigi Ghirri (1943 – 1992)

Luigi Ghirri (1943 – 1992) é um mestre da fotografia italiana. Uma exposição que retrospectiva a sua obra, Luigi Ghirri. Pensar por imagens. Ícones, Paisagens, Arquitetura, pode ser visitada no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro, depois de ter passado por São Paulo.
É a primeira grande exposição do fotógrafo no Brasil.
Fevereiro de 2014.

Luigi Ghirri, Pensar por imagens, é a exposição mais surpreendente que vi hoje no Instituto Moreira Salles (IMS) do Rio de Janeiro. Foi uma revelação de peso, pois nunca ouvira falar deste mestre de fotografia italiano. O que me fascinou no trabalho de Ghirri? Sem dúvida, a luz única que emana das suas fotos.
 

Together: Lina Bo Bardi em Paris (2014)

A exposição "Together", no Pavillon de l'Arsenal, em Paris, apresenta trabalhos da arquiteta italiano-brasileira, uma das maiores do Brasil a par de Oscar Niemeyer. É dela, por exemplo, o MASP, o Museu de Arte de São Paulo, de visita obrigatória na Avenida Paulista.
Sesc em São Paulo

Mario Cravo Neto & Julio Zadik

A PhotoEspaña deste ano tem como tema a América Latina. 
O fotógrafo baiano Mario Cravo Neto (1947-2009) é um dos contemplados: a sua exposição Mitos y ritos está no Real Jardim Botânico. 
Melhor ainda é a exposição Un Legado de luz, do guatemalteco Julio Zidak, 
também no Real Jardim Botânico.

MAM do Rio

 

MAM do Rio
Hoje foi dia de ir ao MAM (Museu de Arte Moderna) do Rio de Janeiro, o do famoso edifício de 1948 junto à Baía da Guanabara.
Atualmente apresenta três exposições: Acervo MAM: Obras restauradas; Genealogias do Contemporâneo - Coleção Gilberto Chateaubriand; e 4x3 a Arte do cartaz de cinema. A segunda, Genealogias... é uma boa amostra da arte brasileira de 1920 a 1970. A terceira, sobre cartazes de cinema, foi a que mais me interessou. É sobre os desenhadores que se dedicaram ao cartaz de cinema. A maior parte dos cartazes expostos dizem respeito ao género da pornochanchada (anos 1970) e foram desenhados por três grandes dessa arte efémera: Benício, Ziraldo e Jayme Cortez.

12.31.2024

Exposição: “Elifas Andreato: 50 Anos”

O artista paranaense Elifas Andreato (1946) é autor de algumas das capas mais famosas de discos brasileiros. Por exemplo, Paulinho da Viola teve quase todos os seus discos desenhados por Elifas. A exposição “Elifas Andreato: 50 Anos”  está no Centro Cultural Correios e revela (para quem conhece pouco a sua obra) a força política de alguns dos seus cartazes para peças de teatro, por exemplo. Rio de Janeiro 11.2015


Génesis, de Sebastião Salgado (Paris, 2013)

Fui finalmente ver a tão celebrada exposição Génesis, de Sebastião Salgado, na Maison Européenne de la Photographie. Uma exposição de 245 fotografias que ocupa toda a Maison, sobrando apenas um corredor onde se expõem recentes aquisições da MEP de jovens fotógrafos brasileiros.
Génesis é um projeto de Salgado que levou oito anos a ser concretizado, com o qual o fotógrafo pretendeu visitar e registar pela imagem fotográfica os locais do planeta não tocados pelo homem "civilizado". As imagens que mais me impressionaram foram as que mostram apenas a Natureza sem o homem (tribos neste caso). São a maior parte, aliás. Não me lembro de ter visto fotografias do mundo natural a preto e branco, e todo o trabalho de Salgado é a preto e branco. Essa opção origina desde logo uma impressão de estranheza quando vemos as fotos. Além disso, Salgado fotografa a Natureza forçando os limites da estética, ao ponto da saturação estética. Temos fotografias que são autênticas serigrafias e outras que são telas abstractas. Poucas vezes, perante uma exposição de fotografia, me interroguei tanto sobre a técnica fotográfica, pois o impacto do trabalho de Salgado reside muito nas texturas e na gradação do branco e preto que ele propõe. Ele fotografa o nosso planeta mas propõe um outro planeta, nascido do seu olhar e saber. Pode ter intenções ecológicas e humanitárias, mas a estética prima sobre o documental. Por vezes, a Natureza desaparece completamente restando apenas o traço do trabalho do fotógrafo. Sabemos que é um registo da Natureza pois está inserido na exposição, organizada por grandes regiões geográficas. Muitas vezes, bela é a fotografia, não o que é fotografado. O que é um desafio para o fotógrafo, pois a Natureza é fotogénica, garante facilmente belas imagens e o fotógrafo tem de superar essa facilidade. 
Adorei esta exposição. Paris 11.2013: 5/5

6.13.2024

Patricia Leite (Belo Horizonte, 1955)











London, Gallery Thomas Dane,
june 2024


2.25.2024

Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou (2023)

São Paulo 02.2024 MIS

Conversas Entre Coleções (2023)

Rio de Janeiro 25.02.2024
Casa Roberto Marinho








 

10.25.2023

Chico Albuquerque (2014)

O Estúdio Fotográfico Chico Albuquerque
Instituto Moreira Salles, 2014

Uma exposição surpreendente (para mim), presente no Instituto Moreira Salles no início de 2014: O Estúdio Fotográfico Chico Albuquerque. Trata-se de um grande nome da fotografia brasileira, tendo sido um dos pioneiros da fotografia publicitária no Brasil e fotógrafo de cena de It's All True, o famoso filme que Orson Welles realizou no Brasil nos anos 1940.  A exposição apresenta 120 fotografias do período profissional de Chico A. em São Paulo, abarcando as várias vertentes do seu trabalho: fotografia publicitária, fotografia industrial e de arquitetura, retrato de estúdio e documentação urbana.

Odete Lara na famosa cadeira Bowl criada por Lina Bo Bardi:
ícones do Brasil moderno

Drama (Rodrigo Amarante)