Showing posts with label Cauby Peixoto. Show all posts
Showing posts with label Cauby Peixoto. Show all posts

4.16.2026

Angela & Cauby (1982)

ANGELA & CAUBY (1982)
Produção de José Milton
Arranjos e orquestração de Maestro Salinas
LP Vinil Odeon 1982
DISCOTECA F

Cauby Peixoto Ao Vivo

DVDTECA

4.13.2026

O Que Será de Mim... (Cauby Peixoto, 1981)

O Que Será de Mim... (1981)
LP Vinil J. C. Donas Vadeca 1981 ed. Portugal
DISCOTECA P

4.12.2026

Cauby Peixoto (2007)

CD Som Livre Grandes Vozes 2007
DISCOTECA 

Esta compilação, músicas e um pequeno texto de apresentação de Rodrigo Faour, não faz justiça à fama do cantor como uma das grandes vozes do Brasil. Por momentos é penoso ouvir Cauby, como no clássico New York, New York, e há demasiadas canções estrangeiras. Nesse aspecto, a seleção é fiel à versatilidade do cantor, que se atirava a todos os géneros musicais, em várias línguas. Provavelmente, o seu melhor ficou nos anos 50, quando começou e foi um fenómeno de massas inédito no Brasil até essa altura. Mas a coletânea só tem dois temas gravados naquela década, um em italiano (maravilhoso, divino, mas este que canta é Cauby? está irreconhecível), outro em inglês (razoável, menos disciplinado que o tema italiano, mas com um final soberbo). Aposto que o melhor de Cauby ficou de fora, nomeadamente o que ele gravou para a Columbia. Nesta coletânea apenas encontramos fonogramas da Som Livre e da RGE. Há milhões de temas gravados no Brasil que superam o que aqui ouvimos. Mas gostei de ouvir Cauby cantando uma marcha de carnaval, género que ele pouco gravou. 3/5 - 2.10.17

Superstar (Cauby Peixoto, 1972)

Superstar (Cauby Peixoto, 1972)
CD EMI Music Brasil 2008
DISCOTECA

2.23.2024

Série GRANDES VOZES (2007)

Coleção da Som Livre, lançada em abril de 2007

Tenho 3 CDs

ALAÍDE COSTA

CAUBY PEIXOTO

CLÁUDIA


Outros títulos:

Agostinho dos Santos

Ângela Maria

Dick Farney

Elizeth Cardoso

Helena de Lima

Elza Laranjeira

Jorge Goulart

Leny Eversong

Maysa

Tito Madi

Miltinho

Nora Ney

10.15.2023

Cauby Canta Novos Sucessos (Cauby Peixoto, 1963)

Cauby Canta Novos Sucessos
Single Vinil RCA Victor 1963
DISCOTECA


Angela & Cauby Ao Vivo/1992

A Arte de Cauby Peixoto vol.9 (CID, sd 1992)

Cauby Canta as Mulheres/1999



6.06.2023

Bastidores (Rodrigo Faour, 2001)

1° Bastidores (2001)
Cauby Peixoto: 50 Anos da Voz e do Mito
Record 2001
BIBLIOTECA

Não deve ser fácil biografar Cauby Peixoto. Senhor de uma das maiores vozes da música brasileira, Cauby Peixoto não tem, parece-me, uma discografia à altura dessa fama. O problema foi sempre o repertório que o cantor privilegiou e a forma idiossincrática do seu canto, digamos, pouco disciplinada, que não melhorou com o tempo. Ao longo do livro de Rodrigo Faour, somam-se os elogios dos colegas e repete-se a comparação com Frank Sinatra, que me parece absurda (Sinatra foi muitas vezes perfeito). Faour sai-se muito bem na forma como aborda a vida e a obra de Cauby Peixoto. Contextualiza perfeitamente os períodos desiguais da sua carreira, chamando a atenção para o estatuto do cantor decorrente das mudanças no mercado e no gosto do público. Narra muito bem a relação de Cauby e do seu agente-criador Di Veras, uma personagem quase tão fascinante quanto a do cantor. Os anos em que gravou para a Columbia (anos 50), com as viagens aos EUA e o fanatismo das fãs, é a melhor fase do cantor. As poucas gravações que conheço dessa fase são soberbas; aí sim, justificam-se todos os elogios dos colegas, muitos deles marcados na adolescência pelo cantor de Conceição. A partir dos anos 60 atravessa um deserto de público e de crítica. O seu público mais fiel, essencialmente feminino, nunca o abandonou e ele foi também fiel à versatilidade que demonstrou desde o início da carreira: cantou sempre o que quis e lhe apeteceu, cantou em várias línguas e abusou de um repertório romântico que não raras vezes resvalou para o kitsch. Mas Faour tem razão quando afirma que Cauby conseguiu sobreviver numa época cujas formas de cantar preferidas (bossa nova, rock/pop) voltavam costas ao estilo dos cantores do rádio. Nos anos 60 esse estilo ficou de repente velho e até alvo de troça. Elizete Cardoso foi talvez a única desses cantores que manteve o seu estatuto inalterável (mas ela nunca foi popular como Cauby ou Angela Maria). Subiu o morro (cantou magnificamente samba) e ao mesmo tempo cantou sempre a nata dos clássicos brasileiros. Cauby mudou demasiado de gravadora, cantava em qualquer lugar e descuidou o repertório. No início dos anos 80 viveu um renascimento artístico promovido pela indústria musical e confirmado pelos seus colegas artistas. Um livro excelente. Leitura no verão de 2016: 4/5

Drama (Rodrigo Amarante)